O COMPUTADOR BRASILEIRO NA REVISTA DADOS E IDEIAS E NA IMPRENSA: UMA PROPOSTA DE FUTURO DO PASSADO DA INFORMÁTICA NO BRASIL

Autores

  • Márcia Regina Barros da Silva

Resumo

, podemos introduzir o debate que na revista colocou em campos opostos uma situação de dependência tecnológica ou a possibilidade de implantação de uma indústria de minicomputadores com tecnologia nacional, forma de compreender simplificadamente o que estava em naquele momento de meados dos anos 1970. Como introdução é possível indicar que os artigos publicados em Dados e Idéias apostavam em um futuro e a proposta aqui é a de tentar compreender qual foi o futuro que o passado da informática brasileiro planejou, e quais caminhos foram percorridos nesse processo. Faz parte desta discussão tentar compreender como a informática adentrou o ambiente brasileiro, e qual o sentido geral dos termos informática, progresso e desenvolvimento, possíveis de serem acompanhados na impressa diária, especificamente no jornal o Estado de São Paulo, começavam a ser abordados. Como atesta Marcelo Vianna, desde fins dos anos 1950, mais exatamente, 1958, o Brasil indicava atenção para com o tema da inserção dos computadores no gerenciamento do Estado, com a criação do Grupo de Trabalho sobre Aplicação de Computadores (GTAC) e do Grupo Executivo para Aplicação de Computadores Eletrônicos (GEACE). Segundo Vianna: Vistos em conjunto, o GTAC/GEACE (1958-1961) representou uma fase de pioneirismo, na qual o otimismo tecnológico estava presente na atuação de seus agentes, como a crença de que a incorporação do computador, por si só, contribuiria para os esforços desenvolvimentistas do Plano de Metas (1956-1960). Assim, a principal preocupação do GTAC/GEACE foi a de criar condições para promover o uso dos computadores tanto nas 2 ‘Idéias’ grafado com acento, como no original. 404

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Publicado

2018-10-01

Edição

Seção

Anais SHIALC 2018